Ancelotti ouve líderes, mas tem palavra final na escalação da Seleção Brasileira
O jornalista expôs bastidores sobre a relação do elenco com o técnico italiano Nos últimos dias, após Ancelotti sinalizar que iria fazer alterações na e...
O jornalista expôs bastidores sobre a relação do elenco com o técnico italiano
Nos últimos dias, após Ancelotti sinalizar que iria fazer alterações na escalação da Seleção Brasileira para o amistoso contra o Egito, no próximo sábado (6), foi revelado um bastidor de que líderes do elenco teriam sugerido uma mudanças fortalecendo o meio-campo.
A ideia seria que o time deixasse ter quatro atacantes e passasse a ter três meio-campistas, porém, o jornalista PVC deixou claro que apesar de ouvir os líderes do time, a decisão final da escalação é 100% de Carlo Ancelotti.
Ancelotti tem palavra final na escalação
Com isso, se encerra qualquer polêmica de que os jogadores poderiam influenciar o treinador em quem deveria ser titular ou reserva na Copa do Mundo. O italiano tem diálogo com jogadores, mas é ele que irá bater o martelo sobre o time titular.
“Os líderes são ouvidos para questões internas, mas não para escalação. A informação que eu tenho é que o Ancelotti é um cara democrático e conversa com quem ele confia“, iniciou o jornalista.
“Claro, quem define a relação é o próprio treinador. Há um ponto positivo de ouvir alguém dizer que precisa de um meio-campo um pouco mais robusto. Há algum tempo, o que se dizia era que os testes precisavam ser feitos nos jogos, não apenas nos treinos”, seguiu PVC.
PVC analisa escalação da Seleção Brasileira
Além disso, o jornalista também fez uma análise sobre como o Brasil pode jogar caso Paquetá entre no meio de campo. Para ir no lateral Wesley pode ter uma função mais ofensiva dando amplitude pelo lado direito caso o mesmo Flamengo assume a posição.
“Quem dá largura para o campo pela direita é o Wesley. O Paquetá tem a facilidade de fechar o lado quando perde a bola“, analisou PVC.
“Aí você faz a linha de quatro, e quando tem a bola ele vem por dentro receber na interlinha, entre a linha dos volantes e a linha dos zagueiros, e abre o corredor para o Wesley jogar. Isso deixa o meio campo mais consistente“, finalizou.