Atura ou surta? De Bruyne responde na Copa e recoloca Bélgica entre as favoritas
Após críticas nas primeiras rodadas, camisa 7 assume protagonismo, lidera a reação belga e faz seleção chegar embalada ao mata-mata da Copa do Mundo Duran...
Após críticas nas primeiras rodadas, camisa 7 assume protagonismo, lidera a reação belga e faz seleção chegar embalada ao mata-mata da Copa do Mundo
Durante boa parte da fase de grupos, a Bélgica esteve longe de corresponder às expectativas. O futebol apresentado gerou críticas, a equipe foi apontada como uma das decepções da Copa do Mundo e muitos questionaram o rendimento de suas principais estrelas. Entre elas, Kevin De Bruyne era um dos nomes mais cobrados.
O cenário, porém, começou a mudar na última rodada. Com Jeremy Doku longe das melhores condições físicas e Romelu Lukaku ainda recuperando ritmo após problemas recentes, coube justamente ao principal articulador da equipe assumir a responsabilidade dentro de campo.
De Bruyne respondeu da forma que os grandes jogadores costumam responder: jogando futebol. Com participação decisiva na vitória que garantiu a classificação belga, o meia comandou as ações ofensivas, voltou a controlar o ritmo da partida e recolocou a Bélgica em um caminho mais otimista para a sequência da competição. Com o torneio já em andamento, ainda dá tempo de aproveitar as vantagens que o código promocional oferece nas plataformas oficiais.
Virada de narrativa no momento certo
As atuações discretas nas duas primeiras rodadas fizeram crescer o debate sobre uma possível queda de rendimento do craque belga. Aos 35 anos, muitos passaram a questionar se De Bruyne ainda conseguiria decidir jogos em um Mundial tão competitivo.
A resposta veio justamente quando a Bélgica mais precisava. O camisa 7 mostrou liderança, personalidade e voltou a ser o jogador capaz de acelerar o jogo, encontrar espaços e transformar o desempenho coletivo da equipe. A classificação passa diretamente por sua atuação.
Mais do que o resultado, a sensação nos bastidores é que a Bélgica recuperou confiança. Com De Bruyne em alta, a seleção reencontra sua principal referência técnica exatamente na chegada do mata-mata, fase em que experiência costuma fazer a diferença.
Agora muda o patamar da Bélgica?
A atuação reacende o debate que acompanhou o craque durante toda a carreira: quando está inspirado, poucos meio-campistas do futebol mundial conseguem controlar uma partida como Kevin De Bruyne. E foi justamente essa versão que voltou a aparecer na Copa.
Se a Bélgica ainda sonha em brigar pelo título, o caminho passa necessariamente pelos pés de seu principal jogador. Depois de um início cercado por dúvidas, De Bruyne virou a chave no momento mais importante da competição e recolocou os belgas definitivamente na disputa.