Bap faz anúncio sobre nova contratação após Lucas Paquetá ser comprado pelo Flamengo: “Isso é um processo”
Durante entrevista o presidente do Rubro-Negro destacou a evolução financeira do clube o impacto que dá para o fortalecimento do elenco O Flamengo começou ...
Durante entrevista o presidente do Rubro-Negro destacou a evolução financeira do clube o impacto que dá para o fortalecimento do elenco
O Flamengo começou a temporada com um desempenho abaixo do esperado, mesmo tendo conquistado sete taças em 2025. Mas foi só na terceira rodada do Campeonato Brasileiro que o time conseguiu seu primeiro triunfo, vencendo o Vitória por 2 a 1 na última terça-feira (10).
Para que a equipe continue evoluindo em campo, a diretoria vem trabalhando firme na contratação de reforços. Já garantiram a chegada de nomes importantes, como Vitão, Andrew e Lucas Paquetá.
Durante uma entrevista ao jornal espanhol AS, o presidente do clube, Bap, comentou que o Flamengo tem condições financeiras de gastar mais 40 a 50% do que já investe atualmente, sem prejudicar o orçamento.
Poder do investimento
Sobre os investimentos, ele explicou: “Posso contratar mais de um Paquetá? Sim, posso. Mas vou fazer isso? Não, porque não tenho certeza de que com um Paquetá não posso ganhar tudo. Não faz sentido contratar três Paquetás.”
Bap presidente do Flamengo – Foto: Reprodução/CRFEle completou: “Se eu trouxer três Paquetás e ganhar tudo, nunca saberei se teria vencido com um ou dois. É um processo. Nunca vai valer a pena investir tudo de uma vez só, porque se algo der errado, você pode se prejudicar.”
Sempre buscando evolução
Bap também falou sobre a busca por evolução constante. Ele citou clubes de sucesso pelo mundo e revelou que busca inspiração na Europa para administrar o Flamengo. O Barcelona já foi uma referência para ele, mas é o Real Madrid que serve de maior inspiração.
“Sempre sonhei grande. Sempre quis ser o Real Madrid das Américas. Observo o que o Real Madrid faz, o Manchester City, Atlético de Madrid, Bayern de Munique e PSG. Tento entender seus sucessos para adaptar ao contexto brasileiro e evitar repetir erros. Penso no Flamengo como se fosse um clube europeu aqui no Brasil. A cada decisão, me pergunto: ‘Se o Flamengo estivesse na Europa, que decisão eu tomaria?’”