Como Arrascaeta se reinventou para voltar a brilhar no Flamengo e ser a grande esperança na decisão
Após ajustes físicos e táticos, Arrascaeta reencontra sua melhor forma no Flamengo e chega à decisão deste sábado (29), como principal referência criativ...
Após ajustes físicos e táticos, Arrascaeta reencontra sua melhor forma no Flamengo e chega à decisão deste sábado (29), como principal referência criativa da equipe
Palmeiras x Flamengo na final da Libertadores
Palmeiras e Flamengo entram em campo neste sábado para escrever um capítulo histórico: a final da Libertadores que pode consagrar, pela primeira vez, um clube brasileiro como tetracampeão do torneio.
É um duelo que transcende a rivalidade, é sobre legado, imortalidade e a chance rara de colocar nomes no topo da história continental. A decisão acontece neste sábado (29), às 18h (de Brasília), no Estádio Monumental U, em Lima, no Peru, com transmissão ao vivo pelo Disney+.
Além do troféu, a partida oferece a jogadores de ambos os lados a possibilidade de alcançar um feito para poucos: entrar no grupo seleto dos brasileiros tricampeões da Libertadores.
História pode ser escrita
O clima de clímax cresce especialmente porque cinco atletas podem escrever seus nomes em letras douradas. Pelo lado palmeirense, Weverton e Raphael Veiga, campeões em 2020 e 2021, buscam um lugar definitivo entre os gigantes do continente.
RJ – RIO DE JANEIRO – 22/11/2025 – BRASILEIRO A 2025, FLAMENGO X BRAGANTINO – Arrascaeta jogador do Flamengo comemora seu gol durante partida contra o Bragantino no estadio Maracana pelo campeonato Brasileiro A 2025. Foto: Alexandre Loureiro/AGIFNo Flamengo, Bruno Henrique, herói das campanhas de 2019 e 2022, tenta ampliar sua história como um dos maiores personagens rubro-negros na competição.
Arrascaeta é a esperança do Flamengo
No cenário internacional, a história também pode ser reescrita. Gustavo Gómez tem a chance de ser o primeiro paraguaio tricampeão do continente.
Já Arrascaeta, que vive uma temporada de reinvenção e alto nível, pode se juntar aos históricos uruguaios Néstor Gonçalves, Luis Cubilla e Hugo de León. Seria a consagração de um ano em que o camisa 14 voltou a ser a grande esperança criativa do Flamengo.