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Como o Brasil pode neutralizar os pontos fortes do Japão

Os japoneses chegam fortes, mas a Seleção Brasileira pode ter vantagens em algumas situações de jogo O Brasil terá pela frente o Japão na fase de 16-avos ...

Como o Brasil pode neutralizar os pontos fortes do Japão
Como o Brasil pode neutralizar os pontos fortes do Japão (Foto: Reprodução)

Os japoneses chegam fortes, mas a Seleção Brasileira pode ter vantagens em algumas situações de jogo

O Brasil terá pela frente o Japão na fase de 16-avos de final da Copa do Mundo. O jogo acontece na próxima segunda-feira (29) e já vem agitando a torcida brasileira e a mídia esportiva na projeção do confronto.

Setor por setor: Brasil x Japão

Fazendo uma comparação de esquemas e setores, enquanto o Brasil vem num 4-3-3 tradicional, o Japão está escalado num 3-4-3. A defesa japonesa varia e no momento de defesa passa a ter uma linha de 5, com os alas descendo.

No meio-campo, teremos um duelo do quarteto dos japoneses contra o trio de brasileiros. A zaga da Amarelinha terá vantagem numérica contra o Japão.

Cinco jogadores japoneses para ficar de olho

Neste começo de competição, alguns nomes da Seleção Japonesa vêm se destacando. Podemos começar citando o goleiro Zion Suzuki, que vem fazendo grandes defesas. Na outra ponta, podemos destacar o artilheiro Ueda.

Ainda merecem destaque no lado japonês: o meio-campista Kamada, além dos atacantes Doan e Maeda, que também vêm fazendo um grande Mundial.

Japão chega como zebra? Entenda o momento da seleção asiática

A Seleção Brasileira é favorita para o confronto, mas é importante destacar que uma vitória e a classificação japonesa não seria uma zebra, pois os asiáticos vêm com uma grande geração e são uma equipe muito forte.

H2: Análise tática: onde o Brasil pode levar vantagem

Fazendo uma comparação, o Brasil já começa podendo explorar a bola aérea. Apesar de ter uma geração com um time mais alto, o Japão segue sofrendo com a bola aérea defensiva.

Além disso, o estilo de jogo da equipe do treinador Hajime Moriyasu faz um encaixe com o jeito que Ancelotti gosta de jogar. A equipe joga com a posse de bola e com passes, mas o Brasil tem um bom encaixe de jogo, com marcação pressão, o famoso ‘perde, pressiona’, e com os contra-ataques.