Conselho do São Paulo marca data para votar impeachment de Julio Casares
Presidente se reuniu com Conselho Consultivo e descartou renúncia, no entanto, Conselho Deliberativo deu o passo protocolar para queda de Casares O São Paulo...
Presidente se reuniu com Conselho Consultivo e descartou renúncia, no entanto, Conselho Deliberativo deu o passo protocolar para queda de Casares
O São Paulo se prepara para retornar aos gramados e dar o pontapé inicial na temporada de 2026. Neste contexto, o técnico Hernán Crespo acerta os detalhes para a estreia que acontece no próximo domingo (11), contra o Mirassol.
Entretanto, o Tricolor do Morumbis está inserido em uma forte crise política, por conta de um verdadeiro coas policial envolvendo a gestão de Julio Casares. A torcida está revoltada, praticamente intimando o presidente a renunciar o seu cargo.
Porém, Casares se reuniu com o Conselho na última terça-feira (6) e resistiu, descartando a renúncia, como detalhou o Bolavip Brasil.
No entanto, o presidente pode estar com os dias contados, pois, embora não tenha precipitado sua saída de maneira voluntária por conta dos escândalos, o Clube da Fé marcou a data para votar o impeachment de seu mandatário.
O Dia D para Julio Casares
De acordo com informação publicada no portal Globo Esporte, o presidente do Conselho Deliberativo do SPFC, marcou a votação do impeachment para a próxima quarta-feira (14), em pleito que será realizado de forma secreta.
Casares não renunciou, mas está com os dias contados no Clube da Fé – Foto: Jorge Rodrigues/AGIFNesta fase do processo, os 255 conselheiros votarão para aprovar ou não o pedido de destituição. O presidente do São Paulo é afastado preventivamente se dois terços (179 conselheiros) votarem a favor do impeachment, de acordo com o Artigo 112 do Estatuto Social do clube. Caso contrário, o caso é arquivado.
Após votação no Conselho, o que acontece?
Se aprovado pela maioria do Conselho, o pedido de impeachment vai para uma nova fase: a de votação entre os sócios do Tricolor. Com o presidente já afastado preventivamente, os associados votam numa Assembleia Geral a possibilidade de Casares ser definitivamente retirado do cargo.