Cuéllar perde espaço, vira negociável, mas rescisão está fora de cogitação do Grêmio neste momento
Volante colombiano ficou fora dos planos de Luís Castro contra o Guarany e, com alto salário e pouca minutagem, já não é tratado como inegociável no Trico...
Volante colombiano ficou fora dos planos de Luís Castro contra o Guarany e, com alto salário e pouca minutagem, já não é tratado como inegociável no Tricolor
A situação de Cuéllar no Grêmio começa a gerar questionamentos internos e externos. Mesmo com o time atuando com força máxima, o volante colombiano de 33 anos não foi acionado em nenhum momento na vitória por 2 a 0 sobre o Guarany de Bagé, na última quarta-feira (21), pelo Campeonato Gaúcho.
Nos quatro primeiros jogos do Grêmio no Estadual, Cuéllar atuou apenas 72 minutos — todos na derrota para o São José, na Arena, quando Luís Castro optou por escalar uma equipe alternativa. Desde então, surgiu a pergunta: o colombiano estaria perto de rescindir com o Imortal? A resposta é não.
O Bolavip Brasil, em parceria com o jornalista Diego Torbes, que acompanha o dia a dia do Clube, apurou que o Grêmio não trabalha, neste momento, com a rescisão imediata de Cuéllar, cujo contrato vai até dezembro deste ano.
Rescisão? Grêmio e Cuéllar ainda não conversam sobre a hipótese
Contratado em janeiro de 2025 com status de reforço de peso, Cuéllar soma apenas 29 partidas pelo Imortal, com uma assistência registrada. O rendimento está longe do esperado para um jogador que teve passagem de destaque pelo Flamengo e construiu carreira vitoriosa no futebol árabe.
Nas redes sociais, cresceram rumores sobre uma possível rescisão contratual, cenário que se tornou recorrente no processo de reformulação do elenco durante a gestão do presidente Odorico Roman. Nos últimos meses, jogadores como Jemerson, Lucas Milla, Tiago Volpi e Carballo encerraram seus vínculos de forma antecipada.
Desde que chegou ao Grêmio, há um ano, Cuéllar jogou apenas 29 partidas – Foto: Marlon Costa/AGIFSalário de Cuéllar faz colombiano ser, sim, negociável no mercado
Após a vitória em Bagé, Luís Castro evitou cravar qualquer definição sobre o futuro do colombiano. Segundo o treinador, o volante ainda faz parte do planejamento, mas precisará conquistar espaço a partir do desempenho nos treinamentos.
Internamente, porém, Cuéllar já não é considerado inegociável. O alto custo pesa: o salário do camisa 6 supera R$ 1 milhão mensais, fator que faz a direção avaliar com atenção eventuais propostas ou até mesmo uma saída antecipada, caso surja uma oportunidade considerada viável.