Diniz minimiza expulsão no Corinthians e rende-se ao talento de Memphis
Mesmo atuando com um jogador a menos, o Timão conquistou a vitória em casa e avançou para a próxima fase da Libertadores da América Corinthians se classif...
Mesmo atuando com um jogador a menos, o Timão conquistou a vitória em casa e avançou para a próxima fase da Libertadores da América
Corinthians se classificou para as quartas de final da Libertadores da América após vencer o Rosário Central por 1 a 0, na Neo Química Arena, em partida disputada na última quinta-feira (20). Após o apito final, o comandante elogiou a atuação de Memphis Depay.
O jogador fez a sua primeira partida após a renovação e foi decisivo ao dar assistência no gol marcado por Bidon na partida. “Tive uma conversa particular com ele antes da renovação. A gente estava torcendo muito para dar certo. É um jogador diferente, que tem brilho diferente, e foi decisivo mais uma vez com a camisa do Corinthians. Foi decisivo para a gente passar hoje”.
“Ele não é uma liderança diferente, considero ele uma pessoa diferente. Ele contribuiu muito para o Corinthians e tem muito para contribuir ainda. Todo mundo está muito feliz de ele estar com a gente. Nosso grande reforço da temporada foi a renovação do Memphis”.
Determinante em campo
Recuperando ainda o ritmo de jogo, Memphis iniciou a partida como uma opção no banco de reservas, mas entrou no segundo tempo para ser decisivo. Aos 34 minutos, o camisa 10 cobrou falta com precisão e Breno Bidon desviou para anotar o gol da classificação.
O Corinthians ainda precisou superar a expulsão de Raniele. Entretanto, Diniz surpreendeu ao considerar o jogo mais fácil com 10 jogadores em campo, já que o Rosario Central passou a pressionar e abriu mais a defesa. Com isso, o comandante destacou a coletividade da equipe para conseguir se defender bem e ainda atacar mesmo com um a menos.
Analisou o cenário com um a menos
“O time estava bem, a gente treina muitas vezes com inferioridade numérica. Quando baixa o bloco para marcar, o Garro desceu para 8, e a gente ajustou a marcação. Se colocássemos um jogador mais defensivo naquele momento, correríamos o risco de entrar um jogador frio, e a gente precisava jogar com a bola. A orientação foi para tentar jogar com a bola, não se desfazer de qualquer jeito”.
“E os jogadores foram muito bem nessa questão. O time do Rosario, por estar com um a mais, começou a se desorganizar um pouco. Já não tinham uma marcação totalmente coletiva, e a gente começou a achar mais espaços. Mais com um jogador a menos do que quando estávamos em igualdade numérica. Os jogadores souberam jogar o jogo com um a menos. A gente evitou baixar o bloco de marcação”.
“Aconteceu [a expulsão], mas tem que servir de experiência para não acontecer para frente. Teoricamente, sempre é ruim jogar com um a menos. Na prática, não foi ruim para nós. Sustentamos o 0 a 0 na Argentina e fizemos um gol aqui. Mas não é o normal de acontecer”.