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Endrick ganha apoio da torcida, mas segue atrás de Matheus Cunha nos planos de Ancelotti

Atacante está totalmente integrado ao elenco da Seleção Brasileira, mas comissão técnica mantém outras prioridades para o ataque neste início de Copa do ...

Endrick ganha apoio da torcida, mas segue atrás de Matheus Cunha nos planos de Ancelotti
Endrick ganha apoio da torcida, mas segue atrás de Matheus Cunha nos planos de Ancelotti (Foto: Reprodução)

Atacante está totalmente integrado ao elenco da Seleção Brasileira, mas comissão técnica mantém outras prioridades para o ataque neste início de Copa do Mundo

A situação de Endrick na Seleção Brasileira continua sendo um dos temas mais debatidos entre torcedores durante a Copa do Mundo. Após o empate por 1 a 1 diante de Marrocos, os pedidos pela entrada do atacante ganharam ainda mais força nas redes sociais, principalmente pela dificuldade encontrada pelo Brasil para transformar oportunidades em gols.

Nos bastidores da delegação, porém, a avaliação é bastante diferente das teorias que surgem fora do ambiente da Seleção. Pessoas que acompanham diariamente os treinamentos descartam qualquer tipo de problema relacionado a convivência, patrocínios ou supostos conflitos internos envolvendo o jogador.

O entendimento da comissão técnica é que a ausência de Endrick contra Marrocos passou exclusivamente por critérios técnicos e táticos. Carlo Ancelotti e seus auxiliares enxergam outras características em atacantes que hoje aparecem à frente na disputa por minutos dentro da competição.

Ambiente de Endrick é visto como positivo

Quem acompanha o dia a dia da Seleção relata que Endrick vive um momento de total integração com o grupo. O atacante aparece participativo nos treinamentos, conversa com diversos companheiros e demonstra estar muito mais confortável do que em convocações anteriores.

A imagem de um jogador isolado ou distante do elenco não encontra respaldo entre aqueles que convivem com a delegação. Pelo contrário. A percepção interna é de que o jovem vive uma adaptação cada vez mais natural ao ambiente da equipe principal do Brasil.

Rayan e Endrick durante treino da Seleção Brasileira – (Photo by Buda Mendes/Getty Images)

O próprio histórico da carreira ajuda a explicar parte da situação atual. Desde que surgiu profissionalmente no Palmeiras, Endrick precisou disputar espaço com jogadores mais experientes. O mesmo aconteceu na Seleção sob diferentes treinadores e também em sua chegada ao Real Madrid.

Ancelotti mantém preferência no ataque

(Foto: Reprodução)

Apesar da pressão popular, a tendência para o confronto contra o Haiti ainda aponta para Matheus Cunha como principal alternativa ofensiva entre os reservas. O atacante já era visto como uma das primeiras opções da comissão técnica antes mesmo da estreia na Copa do Mundo.

Internamente, existe a avaliação de que Matheus Cunha e Igor Thiago entregam características que se encaixam melhor no modelo de jogo trabalhado por Ancelotti neste momento. Por isso, Endrick segue aparecendo atrás dos concorrentes na hierarquia ofensiva montada pela comissão.

Nada disso diminui a confiança depositada no atacante para o futuro da Seleção. O entendimento é que seu talento continua sendo indiscutível. Porém, neste início de Copa do Mundo, o caminho para ganhar minutos passa por convencer a comissão técnica dentro dos treinamentos e aproveitar cada oportunidade que surgir ao longo da competição.