Flamengo e Palmeiras são exaltados por jornal inglês às vésperas da final da Libertadores
A imprensa inglesa analisou a final da Libertadores e rasgou elogios a Flamengo e Palmeiras, destacando o nível técnico dos elencos Final que coloca duas pot...
A imprensa inglesa analisou a final da Libertadores e rasgou elogios a Flamengo e Palmeiras, destacando o nível técnico dos elencos
Final que coloca duas potências brasileiras sob os olhos da Europa
A final da Libertadores deste sábado promete mais do que um campeão: ela simboliza o auge de uma era em que Flamengo e Palmeiras se transformaram em verdadeiras superpotências do futebol sul-americano, capazes de rivalizar em estrutura, investimento e ambição, com gigantes europeus.
A decisão, marcada para às 18h (de Brasília), ganhou enorme destaque na imprensa internacional, especialmente no The Guardian, que classificou os dois clubes como instituições com “recursos e expectativas de nível europeu”.
A publicação britânica analisou como ambos os times trilharam caminhos distintos, porém igualmente dominantes, até se consolidarem como forças hegemônicas na última década, uma era marcada por títulos, impacto financeiro e influência além das fronteiras do continente.
Jornal inglês comenta sobre times
O Palmeiras, com Abel Ferreira, empilhou conquistas; o Flamengo, com um elenco estrelado e liderança de Filipe Luís, elevou o patamar de exigência. Nesta final, a promessa é de uma batalha intensa, marcada por rivalidade recente, talento decisivo e a chance de escrever um capítulo histórico na competição mais importante do continente.
As análises repercutem pelos quatro cantos do mundo. O The Guardian ressalta que Abel se tornou “o técnico mais longevo do Brasil em três décadas”, acumulando 10 títulos em cinco anos, incluindo duas Libertadores consecutivas, a vitória sobre o próprio Flamengo em 2021 e dois Brasileiros seguidos. O jornal também cita o impacto financeiro gerado por essa gestão, com vendas de gigantes como Endrick e Estêvão para Real Madrid e Chelsea.
Do lado rubro-negro, o destaque vai para o treinador e ex-lateral Filipe Luís, duas vezes campeão da Libertadores como jogador e agora líder de uma equipe “construída com mentalidade e estrelas de padrão europeu”, como Saúl Ñíguez, Samuel Lino e Jorginho, frutos de uma década de profissionalização no clube.
A expectativa é enorme
Quem vencer se tornará o primeiro clube brasileiro tetracampeão da Libertadores, uma marca que pode redefinir narrativas e consolidar hegemonias. O duelo abre não só a disputa pelo título, mas um espaço simbólico para saber qual gestão, filosofia e projeto esportivo será o rosto do futebol sul-americano nos próximos anos.