Jorge Jesus revela que ficou muito próximo de treinar a Seleção Brasileira: “Posso confessar”
Treinador histórico do Flamengo, Jorge Jesus foi preterido a Carlo Ancelotti e hoje é comandante da seleção de Portugal Ex-Flamengo, Jorge Jesus ficou muito...
Treinador histórico do Flamengo, Jorge Jesus foi preterido a Carlo Ancelotti e hoje é comandante da seleção de Portugal
Ex-Flamengo, Jorge Jesus ficou muito perto de treinar a Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo. Em entrevista ao “Canal 11”, o português explicou que chegou até a desenhar uma pré-convocação para o Brasil.
“Posso confessar. Eu acabei por não ir treinar a seleção do Brasil, mas já tinha indicações para fazer a pré-convocação do Brasil para o jogo que seria disputado em março depois de eles terem perdido por 4 a 1 para a Argentina“, destacou ele.
Na ocasião, em março de 2025, a Seleção foi goleada pela Argentina e Dorival Júnior foi demitido do cargo. A CBF começou a procurar um novo comandante e JJ foi cogitado, mas Carlo Ancelotti foi o escolhido para assumir o time.
Jorge Jesus avalia escolhas de Ancelotti
Ao analisar a convocação do treinador italiano para o Mundial, Jorge Jesus afirmou que levaria a maioria dos nomes chamados pelo ex-Real Madrid, mas disse que faria algumas alterações pontuais.
Em especial, o português citou Pedro como um jogador que levaria para Copa do Mundo: “De um a três jogadores diferentes, mas concordo na maioria que fez. Mas a forma de olhar para o jogo e de treinar que é a diferença”, opinou ele.
Após encerrar sua passagem pelo Al-Nassr na Arábia Saudita, o ídolo flamenguista assume o cargo na seleção de Portugal no lugar de Roberto Martínez, que foi demitido depois da Copa de 2026.
Seleção Brasileira mira ciclo para a Copa de 2030
Depois da decepcionante campanha no Mundial de 2026, que terminou nas oitavas de final contra a Noruega, o Brasil já começa os preparativos para o ciclo visando 2030, que será disputado na Espanha, Portugal e Marrocos.
Ancelotti renovou o vínculo por mais quatro anos e é nome certo para o projeto das próximas temporadas. Apesar da campanha ruim em 2026, ele ganhou respaldo da CBF e segue no comando da Seleção.