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Secretária do Ministério do Esporte projeta legado social da Copa do Mundo Feminina de 2027

Juliana Agatte destacou o legado social e esportivo esperado para a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil A Rio2C 2026 recebeu um painel dedicado aos impacto...

Secretária do Ministério do Esporte projeta legado social da Copa do Mundo Feminina de 2027
Secretária do Ministério do Esporte projeta legado social da Copa do Mundo Feminina de 2027 (Foto: Reprodução)

Juliana Agatte destacou o legado social e esportivo esperado para a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil

A Rio2C 2026 recebeu um painel dedicado aos impactos da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil. O debate, intitulado “Copas do Mundo: Mídia, Cultura e o Futuro do Futebol”, aconteceu na Cidade das Artes e foi mediado por Gustavo Mota. Durante o encontro, representantes discutiram os desafios e as oportunidades ligados ao desenvolvimento do futebol feminino no país.

Um dos principais temas abordados foi o legado social que o torneio pode deixar após sua realização. A competição acontecerá no Brasil em 2027. Entre as participantes do painel esteve Juliana Agatte, representante do Ministério do Esporte. A secretária destacou que o planejamento para o Mundial feminino possui foco diferente em relação à Copa do Mundo masculina realizada no Brasil em 2014.

“Diferentemente de 2014, que teve como foco grandes obras de infraestrutura e a preparação do país para receber um megaevento, incluindo aeroportos e estádios, a Copa do Mundo Feminina de 2027 terá como prioridade o legado social e esportivo. Estamos trabalhando para que esse torneio seja uma ferramenta de transformação, capaz de romper estereótipos e preconceitos que ainda cercam o futebol feminino”, afirmou Juliana Agatte.

Governo aposta em legado social e esportivo

Segundo Juliana, a proposta busca estimular uma reflexão sobre a associação automática que parte do público faz entre Copa do Mundo e futebol masculino. A intenção é fortalecer o reconhecimento do futebol feminino como protagonista dentro do cenário esportivo nacional.

“Quando falamos que a Copa do Mundo será no Brasil em 2027, muitas pessoas ainda se surpreendem, porque existe uma percepção automática de que Copa é só a masculina. Queremos justamente provocar essa mudança de olhar e ampliar o entendimento de que o futebol feminino também ocupa esse espaço de protagonismo”, explicou.

Isa Haas com a Seleção. Foto: Fabio Giannelli/AGIF

Durante o painel, Juliana Agatte ressaltou que o sucesso da Copa do Mundo Feminina de 2027 será avaliado não apenas pela organização do evento, mas principalmente pelos impactos deixados após o encerramento da competição. Entre os objetivos citados estão o aumento da participação feminina no esporte, o fortalecimento das categorias de base e a criação de novas oportunidades para meninas interessadas em seguir carreira no futebol.

Integração entre setores é vista como fundamental

A representante do Ministério do Esporte também reforçou a necessidade de atuação conjunta entre diferentes setores para garantir resultados concretos após a realização da Copa do Mundo Feminina. Segundo Juliana, governo, mídia, entidades esportivas e iniciativa privada terão papel fundamental no desenvolvimento da modalidade. A expectativa é de que o torneio represente um marco para o crescimento da modalidade no país.