Vasco oscila entre rodízio e repetição rara em início de trabalho do técnico Renato Gaúcho
Técnico usa quase todo o elenco e contrasta com momentos pontuais de manutenção da base titular O início de trabalho do técnico Renato Gaúcho no Vasco é ...
Técnico usa quase todo o elenco e contrasta com momentos pontuais de manutenção da base titular
O início de trabalho do técnico Renato Gaúcho no Vasco é marcado por um contraste evidente. Ao mesmo tempo em que busca manter o time competitivo em meio a uma sequência intensa de jogos, o treinador ainda não consolidou uma formação titular. Em 13 partidas, a equipe teve apenas uma escalação repetida.
Segundo levantamento do portal O Lance!, foram 12 formações diferentes no mesmo período, evidenciando uma rotatividade constante. A única repetição aconteceu nos jogos contra Fluminense e Grêmio, ainda nos primeiros compromissos dessa nova passagem.
Enquanto aquela sequência inicial indicava a possibilidade de uma base fixa, o restante dos jogos reforça uma estratégia oposta, com mudanças frequentes em praticamente todos os setores.
Rodízio amplo x necessidade de estabilidade
Parte das mudanças, claro, se explica por lesões, suspensões e desgaste físico, fatores comuns em um calendário apertado. Ainda assim, o volume de alterações indica uma escolha clara por parte da comissão técnica.
Desde que assumiu, Renato já utilizou 31 jogadores diferentes, número que reforça a ideia de um elenco ativo e constantemente testado nas competições atuantes.
RJ – RIO DE JANEIRO – 30/04/2026 – COPA SUL-AMERICANA 2026, VASCO X OLIMPIA – Alexandre Mendes assistente tecnico do Vasco durante partida contra o Olimpia no estadio Sao Januario pelo campeonato Copa Sul-Americana 2026. Foto: Jorge Rodrigues/AGIFO próprio treinador resume essa filosofia ao valorizar a meritocracia interna. “Eu sempre falo para vocês e falo para o grupo: aqui não tem titulares, não tem reservas. O importante é que vocês aproveitem as oportunidades que são dadas”, afirmou o comandante em vídeo publicado nas redes sociais.
Entre o trunfo e o risco na temporada
O cenário coloca o Vasco em uma encruzilhada interessante. De um lado, o rodízio amplia as opções e mantém o elenco fisicamente competitivo. Do outro, a falta de uma base pode dificultar a construção de identidade dentro de campo.
Ainda sem uma base fixa, o Vasco já vira a chave para o próximo compromisso. A equipe de São Januário tem um duelo bastante importante contra o Flamengo, no domingo (3), pelo Brasileirão.
