Vini Júnior revela bastidores de trabalho de Ancelotti na Seleção: “Estamos mais felizes, mais tranquilos”
O atacante revelou que a chegada do treinador acabou mudando o cenário da equipe dentro e fora de campo de forma positiva Com a proximidade da Copa do Mundo d...
O atacante revelou que a chegada do treinador acabou mudando o cenário da equipe dentro e fora de campo de forma positiva
Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, Vinícius Júnior avaliou os bastidores da Seleção Brasileira e projetou as expectativas para a competição. Com isso, durante entrevista ao streamer espanhol Ibai Llanos, o camisa 7 do Real Madrid elogiou o trabalho do técnico Carlo Ancelotti.
Vini apontou que a chegada do treinador italiano transformou a atmosfera da equipe e a percepção dos torcedores. Com isso, o craque apontou que a mudança começou internamente com o profissional trazendo uma leveza para o bastidores da Seleção.
“O Mister mudou um pouco como a torcida nos vê, estamos jogando melhor desde que ele chegou, estamos mais felizes, mais tranquilos”, afirmou. Além de pontar que a serenidade é fundamental diante da pressão por um título que não vem há duas décadas.
Grandes expectativas para evolução
“Como faz tanto tempo que não ganhamos, a torcida quer ganhar de novo. Espero que seja conosco esse ano, no Brasil a Copa do Mundo é muito diferente. Não tem escola, trabalho, nada, o país para”.
Carlo Ancelotti leva organização italiana ao projeto da Seleção Brasileira para 2026 – Fabio GiannelliAGIFVale destacar que a conexão dos dois, que iniciou nos tempos do Real Madrid, onde se aproximou ainda mais com a chegada do técnico para comandar a Amarelinha. Vini ainda brincou sobre a relação com Ancelotti.
Favorito para o título
“Ele poderia ser meu avô”, apontou, Vini ainda revelou a expectativa para a seleção conquistar a Copa. “Ele sempre que me liga diz ‘sabe que vamos ganhar o Mundial, não?'”, revelou o atacante.
Vinicius ainda apontou quais seleções ele enxerga como as maiores ameaças ao sonho do hexa. Colocando equipes como: Portugal, França e Argentina, além da Espanha. “Acho que essas quatro são as que têm um melhor time, jogam juntas há muito tempo, desde o último Mundial mudaram pouco e isso faz muita diferença”.