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Nikolas Descarta Minuta como Relíquia do Passado: ‘Irrelevante e Sem Impacto’”

por Agora Noticias Brasil
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Deputado Federal Critica Cobertura da Imprensa sobre Suposta Minuta de Decreto de Estado de Sítio

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) lançou duras críticas à cobertura feita pela imprensa em relação à suposta minuta de um decreto de estado de sítio encontrada pela Polícia Federal na sala do ex-presidente Jair Bolsonaro, na sede do Partido Liberal (PL), nesta quinta-feira (8). Em suas redes sociais, o parlamentar expressou indignação, classificando a atitude da imprensa como desonesta e sensacionalista.

No Instagram, Nikolas Ferreira compartilhou em seus stories uma série de postagens, onde afirmou que o documento em questão é antigo e já era conhecido da imprensa. Ele acusou os veículos de comunicação de distorcerem os fatos e divulgarem a minuta como se fosse uma nova evidência de um suposto “golpe”, quando na verdade se tratava apenas de uma informação já conhecida.

“Resumindo: a tal ‘minuta do golpe’ achada no gabinete do Bolsonaro era um documento irrelevante, antigo e já conhecido pela imprensa, que o Bolsonaro imprimiu para ter conhecimento sobre. Ainda assim, a imprensa divulgou como se fosse uma nova ‘minuta do golpe’. Canalhas x1000”, escreveu Nikolas em uma das postagens.

O deputado também compartilhou um vídeo do advogado Paulo Cunha Bueno, que faz parte da defesa de Bolsonaro, no qual o advogado esclarece que a suposta minuta já fazia parte da investigação há algum tempo e foi enviada ao ex-presidente em outubro de 2023. Bueno ressaltou que o documento não vinculava Bolsonaro a um golpe de Estado e que era apenas uma minuta armazenada no telefone celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

“Referido documento não se tratava e não vinculava o ex-presidente de forma alguma a um golpe de Estado. Tratava-se sim de uma minuta que se encontrava armazenada no telefone celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens, e que, por ocasião de sua prisão, havida em maio do ano passado, foi objeto de apreensão”, resumiu o advogado.

As declarações de Nikolas Ferreira e do advogado Paulo Cunha Bueno evidenciam a disputa de narrativas em torno do caso, com diferentes interpretações sendo apresentadas sobre o conteúdo e a relevância da suposta minuta de decreto de estado de sítio. Enquanto a imprensa é acusada de sensacionalismo e distorção dos fatos, a defesa de Bolsonaro busca esclarecer a natureza e o contexto do documento encontrado pela Polícia Federal. O embate político e midiático em torno desse episódio reflete a polarização e a tensão que ainda permeiam o cenário político brasileiro.

 

 

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