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OTAN terá papel maior na coordenação da ajuda militar para Kiev, diz Stoltenberg | CNN Brasil

por Luciana Caczan
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A OTAN, aliança militar liderada pelos Estados Unidos, vai assumir um papel maior na coordenação de suprimentos de armas para a Ucrânia, disse Jens Stoltenberg, secretário-chefe do grupo nesta sexta-feira (14).

A aliança vai substituir os Estados Unidos na tentativa de salvaguardar o mecanismo de ajuda, enquanto Donald Trump, cético em relação à OTAN, busca um segundo mandato como presidente dos EUA.

“Esses esforços não fazem da OTAN uma parte do conflito, mas aumentarão nosso apoio à Ucrânia para manter seu direito à autodefesa”, disse o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, a repórteres em Bruxelas.

Garantia de ajuda por 10 anos

Na quinta-feira (13), durante o primeiro dia da Cúpula do G7, grupo das sete maiores economias do mundo, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, assinaram um acordo de segurança bilateral de duração de 10 anos, com o objetivo de reforçar a defesa ucraniana contra invasores russos.

Segundo o documento, os Estados Unidos reafirmam seu apoio à defesa da soberania e da integridade territorial da Ucrânia.

“Para garantir a segurança da Ucrânia, ambos os lados reconhecem que o país precisa de uma força militar significativa, capacidades robustas e investimentos sustentados em sua base industrial de defesa que sejam consistentes com os padrões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)”, diz o texto.

“Os Estados Unidos pretendem fornecer material de longo prazo, treinamento e aconselhamento, sustentação, inteligência, segurança, defesa industrial, institucional e outros apoios para desenvolver as forças de segurança e defesa ucranianas que são capazes de defender uma Ucrânia soberana, independente e democrática e dissuadir futuras agressões”, afirma no documento.

Em abril, os ministros das Relações Exteriores da OTAN se reuniram para discutir como estabelecer o apoio militar à Ucrânia no longo prazo, incluindo uma proposta para um fundo de 100 bilhões de euros por cinco anos e um plano visto como uma forma de ajuda “à prova de Trump” para Kiev.

O ex-presidente também criticou o pacote de 60 bilhões de dólares para a Ucrânia, aprovado no último mês pelo Congresso americano com apoio republicano.

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