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PF levanta suspeita sobre omissão de Freire Gomes e Baptista Junior em relatório sobre 8 de janeiro

por Agora Noticias Brasil
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No relatório que embasou a operação Tempus Veritatis, que mirou ex-ministros do governo Jair Bolsonaro (PL), a Polícia Federal (PF) aponta a necessidade de apurar se o ex-comandante do Exército, Freire Gomes, e o da Aeronáutica, Baptista Junior, contribuíram por omissão.

Segundo o relato feito pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid, o da Marinha, Almir Garnier, se omitiram pelo ocorrido do dia 8 de janeiro. Ele é o único dos três comandantes alvos da operação.

A PF, contudo, indica que a postura dos outros dois precisa ser apurada para se entender o motivo de não terem denunciado os planos em andamento.

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“Conforme o exposto, os fatos apresentados revelaram a adesão e participação de vários militares aos atos que estavam sendo desenvolvidos pelo grupo investigado na tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Em relação ao general Freire Gomes e ao Brigadeiro Baptista Junior os elementos colhidos, até o presente momento, indicam que teriam resistido às investidas do grupo golpista. No entanto, considerando a posição de agentes garantidores, é necessário avançar na investigação para apurar uma possível conduta comissiva por omissão pelo fato de terem tomado ciência dos atos que estavam sendo praticados para subverter o regime democrático e mesmo assim, na condição de comandantes do Exército e da Aeronáutica, quedaram-se inertes”, atesta o documento.

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“Divulgação perigosa e inoportuna”
Outro militar citado no relatório, mas que não aparece como alvo, é o pai do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, o general Lourena Cid.

Lourena havia sido citado na investigação da venda de joias no exterior e foi o envolvimento do pai que levou Mauro Cid a optar por um acordo de colaboração premiada. Até então, a justificativa era de que Lourena apenas havia ajudado em uma missão recebida pelo filho.

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